A noite

Vontade de apagar tudo... isso. Deixar este espaço e começar outro. Escrever.

Preciso respirar.



Escrito por Murilett às 23h03
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O ocaso

Deu-me, pois, a vontade de blogar por estas bandas. Tendo este epaço sofrido com o longo inverno dos posts que não existiram, agora pode ser o início de uma nova primavera. O renascimento de uma história que ficou parada durante o hiato de uma vida em mundaças. Sabem, que já contei a todos, das transformações que passa esta bicha que vos relata em tom machadiano (pretenciosa) a vida como gostaria que fosse. Mudei-me.

Toda mudança é sofrida, todo instante em encontro com o inusitado, uma reviravolta que, por mais planejada, esconde em suas entrelinhas um texto desconhecido que virá à tona no momento mais inoportuno. E o li com o gosto de uma liberdade que ansiava por saborear ha anos. Contudo, agora que não me cerco das amarras de uma vida enclausurada num quarto sem janelas, tenho a dificuldade de olhar por elas e ver novamente este mundo.

E que mundo é este? Quem são estas pessoas? Que querem dizer que não compreendo? Estou atordoado com tantas e novas informações, procuro em vão pelo fio condutor desta nova narrativa a qual me insiro. Que querem dizer com este contato a todo instante, onde ficam os momentos de reflexão, existe espaço para uma tarde morosa num canto da piscina a saborear um drink gelado? Um passear no parque a ver o sol se por e ouvir os pássaros que, tão alegremente, passam por minha janela? Seria pedir demais para que paremos e façamos nada por duas horinhas?

Tenho 51 amigos no Facebook, 29 contatos no Twitter, 97 no falido orkut, alguns amigos no Flickr, 2 no Last.FM, 30 e poucos no MSN. Esta é a realidade? Números, contatos, estatísticas, um rol de pessoas específicas a serem acionadas no momento em que se quer e esquecidas ou deletadas no seguinte? A Amizade está passando por transformações que não acompanhei e fico aqui sem ver os faróis que me guiem por este mar perigoso. Isto, enfim, é o futuro que queria quando criança, a vida que sonhei aos dez anos? Não. Parece mais um pesadelo do qual não acordo por mais que tente desesperadamente.

Pois deixo de lado o pesadelo e falo do sonho. Era uma casa grande, ouvia sempre as vozes de pessoas próximas e queridas. Um entra e sai de vultos pela porta principal e por todas as portas. Ouvia meu filho, ouvia seus amigos, ouvia a carne crepitando na churrasqueira, o barulho da água agitada na piscina. Eu e meu drink ali sentados conversando animadamente com mais pessoas que chegavam e sentavam ao meu lado. Era uma tarde e eram todas as tardes de minha vida. Entre sorrisos e admiração mútua.

E a realidade. Sozinho, com meus cigarros, a relatar inconsequentemente este futuro que ainda não chegou. Pergunto-me: onde parei que não consigo mais seguir o rumo da prosa? Pois deixe de lado tudo isso que escrevi. Agora tenho uma janela e ela só me faz sentir mais só.  Falemos das amenidades, de vossos amores, de vossos futuros, que não quero mais saber de mim.



Escrito por Murilett às 13h30
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Em visita ao Bruxo

E o Rio de Janeiro continua lindo... ou não...

Voltando à cena, baterias até que recarregadas, pronto para manifestar em 2009. Ah, gente, que final de ano glorioso. Nem sei por onde começar, talvez, pelo fim. As catorze horas de sono ininterruptas que tive ao voltar da cidade maravilhosa purgatório da beleza e do caos foram as melhores que já tive em muito tempo, nada havia que me acordasse da terra em que estava. Sonhava.

Sonhava que estava no morro, como aquilo me impressionou, a festejar não sei o que. Num instante éramos cercados pela milícia da favela e transformados em reféns, ao longe se ouvia uma televisão. Um programa sobre as cobras mais venenosas do mundo e como se o narrador deste programa fizesse a vez do narrador de meu sonho, cada movimento da cobra em direção a sua presa era mimetizado por uma força que não podia ver, apenas sentir. Era o BOPE, os homens de preto que agiam como aquela cobra; cada respiração, cada suspiro narrado meticulosamente pelo narrador da tevê até o fatídico momento em que a cobra deu seu bote. Disparos sobre disparos, berros e gritos e sangue, muito sangue por todas as superfícies. Presenciávamos a ação de uma força da natureza, não contávamos, todavia, com a retaliação da milícia. Uma granada caseira veio em minha direção e... sim, acordei diante do pesadelo da explosão gritando por socorro. Acordei em frente à tevê de meu quarto, nela um programa sobre os animais mais peçonhentos da polinésia. A naja estava ali a engolir sua presa, esticando suas mandíbulas num espetáculo medonho de voracidade. Jogasse no bicho, diriam alguns. Outros prefeririam a desculpa de desejos reprimidos. Digo que aquela cidade entrou em minha cabeça e tão não há de sair.

Sobre os fogos, os passeios, as baladas, as escapadas sexuais e tudo mais, consultem diretamente este que vos escreve; fotos, filhos, é que não existem. Câmeras, deixei-as aqui, assim como tantas outras coisas que ao retornar encontro ainda inacabadas. Cuido de as colocar em dia. Vamos ao novo ano. E tudo de bom para todos nesse ano que já nasceu.

Agora, com licença, que vou ali dar o cu...



Escrito por Murilett às 22h23
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Quê?

Se os blogs estão acabando, longa vida aos blogs. Não os lemos, não os atualizamos, não nos preocupamos nem com o visitante de número 10000 que apareceu por aí e se foi guardando para si esta marca histórica. Alguns sites tem esta quantidade de visitas em horas, eu em anos. Não que me preocupe, aifnal o que existe aqui para justificar isto. Deixei de escrever e relatar o cotidiano maravilhoso de Murilett pois quem se importa? Afinal o que há de tão glamuroso na minha vida que não possa ser feito numa tarde chuvosa, isto me lembra um texto inconformado sobre tardes e namoros que não escrevi.

Se não fazem sentido as linhas, longa vida à sintaxe! Não falo mais o português, assisto vídeos em inglês, ouço músicas em francês, leio em espanhol. Uma mistura que leva ao delírio de parágrafos sem começo, meio ou fim. E se paro de escrever, o pouco de meu cérebro que não foi derretido por remédios e bebidas resiste ao esforço de funcionar numa tentativa vã de se guardar para os dias vindouros. Fui melhor escritor quando jovem, releio e me contento com o passado, hoje somente e-mails. Att, Murilett.

Façamos um voto. Voltaremos em breve, talvez com textos, figuras para olhos cansados, músicas para ouvidos famintos, motivos para rir desse estúpido narrador de si mesmo que ao tentar falar algo que valha o tempo de carregamento entre outros site mais interessantes volta a dizer o quanto o nada é precioso em sua vidinha patética.

Beijosmeliguem,

 

Murillett, enconsto de chacretchi!



Escrito por Murilett às 23h09
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Um ano.

Ah, diabos... e essa dor que não passa...

Escrito por Murilett às 15h03
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Stuck on Repeat!

Depois de ler o depoimento comovente de meu amigo Bbk...

Não sei o que me comoveu mais, sua bebedeira num quarto de hotel (só faltou o momento rock star de destruição de mobília) ou de nos ter lembrado dos idos do milênio. Ah, Robbie Williams já nos contava dele em sua música, Madonna arrasava com Music, Radiohead fazia Funk com Idioteque e nós, aUtistic Rock com os Insetos Espertos. É, bons tempos...

Anos se passaram, tantas mudanças nesse interim; uns (olá!) saíram do armário, outros se fecharam em suas convicções, alguns até sumiram do mapa sem dar maiores notícias. Na música, a Madonna se joga no batidão, o Robbie Williams se joga nas balzacas, o Radiohead volta às origens e eu estou aqui, bem, estamos, como pude perceber, stuck on repeat!

Por isso dedico esse vídeo a todos que se sentem desta maneira. Há tempos queria postar por aqui, só faltava o motivo, que sou apaixonado por essa música e acho a menina que canta uma graça, não só por ser bonitinha, mas por ter seu lado geek. Existe coisa mais sexy do que um geek? Qualquer que seja sua resposta, continuo procurando o Rivers Cuomo da minha vida...



Escrito por Murilett às 20h35
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Saving the cheerleader!

Sem dúvidas um dos álbuns mais legais de 2008 e para o qual não dava nada é o saturdays=youth do M83. Somente depois de meses ouvindo falar dele, tomei coragem para ouvi-lo atentamente. Amor à primeira vista. De início foi Graveyard Girl, logo em seguida Kim&Jessie e finalmente Couleurs. Apaixonei-me por sua sonoridade oitentista, afinal essa década serviu de inspiração e como o vocalista mesmo disse: “queria fazer músicas que me lembrassem da época em que era ainda um adolescente”, por isso o título. E os clipes parecem ser tirados diretamente da sessão da tarde num momento sixteen candles ou pretty in pink, olhe só esse:



Mudando de assunto, quem está acompanhando a novíssima temporada de Heroes? Cara, até agora estou na dúvida se acho uma grande bosta e chance desperdiçada de fazer uma ótima série de heróis ou uma ótima série de heróis. Mais efeitos, mais reviravoltas, mais sexo, mais Hiro gritando coisas em japonês ou, em geral, mais de tudo. Será que mais é melhor ou, como diria o senhor Mies van der Rohe, menos é mais? Dúvidas são o que tenho até agora, minha única certeza é que meu plano de internet vai estourar fácil neste mês.

Escrito por Murilett às 22h09
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La sereníssima ou Rondo Veneziano já figura há tempos no playlist do meu aparelhinho musical portátil. Para quem não conhece, Rondo Veneziano é uma música de Vivaldi mixada junto a uma batida house, melhor, Ítalo Disco. Em uma palavra: tudo. Está lá entre meus vídeos favoritos do Orkut, só ver. A que ouço na verdade é um remix dos Bloody Beetroots, italianos também, que a deixou com um peso incrível, é ouvir e sair arrasando no dancefloor!

Deixo uma outra dica musical –olha, não é que este blog está tomando uma direção. De primeiro não dei muito valor, dessas coisas que acontecem em que na primeira vez é apenas medíocre, da segunda não é muito melhor, mas na quarta ou quinta vez que se ouve o álbum ele é tudo que eu quero ser 2008! Os artistas são suecos, opa, costume, dinamarqueses, Spleen United é o nome, Neanderthal o álbum em questão. Recomendo ouvir Suburbia (clip abaixo), dar uns dias, voltar, ouvir 66, fumar um cigarro, ouvir my jungle heart e sair por aí curtindo a vida adoidado –lembrei, o filme ta passando na TV agora!



Escrito por Murilett às 22h24
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Saindo pela tangente...

Falaria sobre as novas rádios paulistas, contudo outros já disseram exatamente a mesma coisa. Faço somente um adendo; que rádio tocaria um remix de Sweaty do Muscles senão a OiFM. Adoro essa música e toda vez que a ouço, cabendo aqui compartilhar uma de minhas peculiaridades, debaixo do chuveiro não tem como não fazer uma dancinha esdrúxula. Porque adoro ouvir rádio enquanto tomo banho e somente enquanto tomo banho... vai entender.

Pois se o assunto se esgotou, volto-me a outro. Tantos. Bem, existem os polêmicos, que prefiro manter em suspenso até que exploda a necessidade de divulgá-los; os corriqueiros, que, convenhamos, são muito melhores se ouvidos numa roda de amigos; os inúteis, para tapar um buraco na programação; o seguinte, que exponho sem dor na consciência.

No percurso de minhas aventuras empregatícias, em meio a dinâmicas de grupo, entrevistas de horas e entrevistas de cinco minutos, pude começar a traçar um panorama do que é arquitetura muito diferente daquele que tinha quando era dono de meu nariz e mandava e desmandava em peões e fornecedores. Lembro-me de um amigo que apresentou um trabalho de conclusão de curso sobre o que é arte e chocou-me ao falar que arquitetura não é uma.

Hoje concordo com ele. Não existe arte num decorado, numa casacor, numa vila de casas de alto padrão, num edifício de escritórios, nem mesmo no museu, a não ser que estejamos falando de seu conteúdo. Arquitetura é apenas uma pele a cobrir um esqueleto de aço. Uma forma a cumprir com uma função previamente estudada em pesquisas e levantamentos imobiliários.

Minha profissão seria apenas mais uma, como qualquer outra. Um Frank Gehry apenas um grande arquiteto, nunca um grande artista. Rabiscamos uma folha em busca de um punhado de linhas que possam ser traduzidas num edifício competente, uns são bons, outros, melhores e isso seria tudo. Talvez falte ao arquiteto a liberdade, uns diriam a insanidade, de um verdadeiro artista.

Contudo cabe aqui outra pergunta; a primeira e talvez irresolúvel questão. O que é arte? Outro grande amigo disse que arte é tudo aquilo feito com esmero, dedicação e perfeição. Uma camisa bem passada por esta visão seria arte. Ainda outro acredita que arte é aquilo que não tem uma finalidade específica. Afinal para que serve uma escultura a não ser para ser bela (ou não)? Enfim, creio que tudo dependa de seu ponto de vista e se para você videogame é arte, porque não seria?

Escrito por Murilett às 16h46
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Então, né...

Em quantos dedos conto os dias em que não postei por aqui? Uns cem, talvez mais. Vontade não falta, sobra. Assuntos, idem. Tempo, bem, todos sabem que sim. Então porque não posto mais? Existe algum motivo real para que não existam atualizações diárias desse blog? Não. É minha inerente preguiça, paradoxal preguiça de apertar botões, visto que, tendo como base minha rotina, preguiça fosse palavra inadequada. Trata-se, pois, não de uma preguiça física, mas de uma intelectual. A preguiça de ordenar palavras, formar sentenças, parágrafos, expor idéias. Comunico-as verbalmente, esta forma escrita, um dia tão eloqüente, deixei-a em segundo plano. Tempo, reitero, tenho para voltar a tomar gosto pela escrita. (Re) Começo.

Madonna! Claro que eu precisava tocar nesse assunto delicado. Alguém dentre o vazio enorme que se propaga a minha frente comprou ingressos para os shows? Provavelmente não. Então porque falo dela? Precisava ser polêmico e nada o é mais que a überdiva pop. Logo, parto para outro assunto.

Música - assim não fico tão distante do chamariz inicial. Ouvem o quê meus inexistentes leitores? Tenho sido abordado por uma avalanche de bandas novas toda semana e sabem muito bem que destas uma a cada bimestre, e estou sendo bem condescendente, vale mais que uma primeira ouvida. Dentre as do bimestre julho/agosto a que mais se destacou em meu iPod imaginário foi a dupla brasileira de DJs The Twelves. Remixes deluxe, ótimos sets e mixtapes, promessa de bom cd para 2009. Mas se tenho que citar uma banda de verdade, falo logo de duas. Late of the Píer e Metronomy.

Espaço reservado para resenha inexistente (não contem comigo, sou péssimo nessas coisas, deixo o Lucio, o Ribeiro falar por mim). Tens uns clipes logo aí em baixo, divirtam-se!







Temos para ontem vários festivais de música decentes. Em qual irei, ó dúvida? Sim, porque já que o Radiohead só estará por aqui ano que vem, fato confirmado por escrito, tenho que aproveitar e me jogar num desses daí, afinal, faz anos que não vou a um show. Skolbeats? Será? Justice pour tous? Do the D.A.N.C.E.! É o ultimo show deles em sua turnê avassaladora e depois de ouvir o álbum de estréia até a exaustão, andar pela rua cantando suas músicas (mesmo aquelas sem letra alguma) e fazer um fechamento nas costas com seu símbolo (ok, menos), acho que é mais do que justo dar um oi pro Xavier e pro Gaspard lá na arena do Anhembi. Alguém se habilita?


Escrito por Murilett às 23h05
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Nada a declarar. Nada.
Boa tarde...

Escrito por Murilett às 17h23
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Dia marrom

Seria errado dizer que estou ausente do convívio social, fui semana passada mesmo numa festinha de despedida, fiquei pouco, sexta é dia de ir dormir cedo, compareci, é o que vale. Motivos para este sumiço são vários e prefiro não explora-los neste, vamos às futilidades, muito mais sadio.

Nestes tempos modernos saber o que você quiser está a apenas um google de distância. Pode-se perder uma vida vasculhando os arquivos infindáveis em busca de qualquer coisa, por mais absurda que seja. Num determinado momento, contudo, isso cansa, hoje foi um dia em que pude encarar a tela desse computador somente depois das dez da noite. Sério, existem pessoas que vivem em frente a esta tela, eu não consigo passar mais que algumas horas. Não dá, cansa a vista e mais, preciso do precioso tempo de academia...

Falando nisso, encontrei outro dia com um ex casinho em frente à mesma, coisa estranha, meio premeditada pensei a princípio, passado o estranhamento inicial partimos para um café a esquentar o frio que fazia. Bons tempos aqueles em que inverno significava frio e chocolate quente. Pois bem, assentados tratamos de colocar as fofocas em dia, nada digno de nota, talvez minhas considerações a cerca daquilo que tenho deixado de compartilhar.

Deixei de falar tanto e percebi que isso tem se tornado uma mania recorrente. Fosse uma fase, chegou ao ponto de amigos próximos virem questionar a cerca de meu silêncio. Cansei, acho que foi isso, perdi a paciência, não quero discutir, não quero falar, se tenho alguma dúvida sei onde devo ir para que ela seja sanada. A vida dos outros pouco me interessa, tenho curiosidades outras. Falemos sobre Tunguska, que tal? Meteoro ou explosão de um OVNI?

Divaguei, perdoem-me. A conclusão a que cheguei depois de ser revisitado por este moço foi somente uma, deveria ter tomado um capuccino, vem mais na xícara e foi ele quem pagou afinal. Desculpem-me, novamente, o mau-humor, fosse mulher diria estar de TPM, sendo bicha, estou uó.

Escrito por Murilett às 00h39
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Som marrom

E não é que o SkolBeats deu uma dentro, uma não, várias! A primeira e melhor é o Justice, sem dúvida nenhuma minha banda do coração 2007/8, depois vem Digitalism, que também adoro e por último o 2manydjs, que não poderá vir infelizmente... Caso contrário era vender o rim e curtir até cair. Tudo bem, ainda existe alguns djs nacionais para cobrir esta falta, não que eu deteste o Agoria, só o acho “so last season”. Poderia ter vindo o Boyz Noize ou o Cut Copy no lugar, queria mesmo é ver os Presets. Nenhum festival é perfeito.

Presets, atual banda outono/inverno 2008, é realmente foda. Tenho o novo álbum em loop já há algumas semanas e só venho ficando com mais tesão de ouvi-los. Lembro-me quando os conheci, isso nos idos longínquos de 2006, foi amor à primeira vista. Era ainda o álbum Beams e a música Are You There, contudo foi num antro de perdição (Piegas) que tive meu primeiro orgasmo ao som de Bad up your betterness numa gravação de um especial deles. Foi fantástico e minha noite depois também... Ok, deixemos esta parte para outra ocasião...



O caso é que estou de mal com as baladas de São Paulo, sério, freqüento o circuito desde que o D-edge era Stereo e a Lôca contava com o line up magia de Renato Cohen, Pet Duo e Anderson Noise na mesma noite (!!!). Antes o pessoal se jogava e dançavam até cair, hoje, todos no carão e no modelão. Tenha paciência para agüentar isso, você chega lá toda linda e faceira e tem que pedir licença pro pessoal que fica na função do padê ou da aquendação para poder dar uns passinhos. Como assim, bee?

O pior de tudo não é isso, não é pagar os aqüé de entrada, agüentar o otim batizado, as marrons pululando ou mesmo a insana fila para o banheiro (padezeiras do inferno!) é chegar e ouvir aquele som paticumdum funk do rio travestido de coisa hype só porque o Bonde do Rolê e o CSS são alguma coisa fora daqui. Ah, me jogo em casa mesmo, ouço o que quero, tenho sempre bebidas geladas e boas na geladeira e o melhor, a companhia de pessoas que realmente gosto e me importo.

A conclusão a que chego é simples, filha, fiquei Chico Anysio! De qualquer forma, sempre que possível vos convidarei para um convescote em minhas humildes instalações, com direito a champa gelada, muita confusão (maldito seja o locutor da Sessão da Tarde) e música de qualidade.

Escrito por Murilett às 11h02
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Tudo tão marrom...

Iria falar sobre coisas e o tempo, fiquei por demais bisbilhotando o Orkut alheio e perdi a hora. Façamos o seguinte, prometo tudinho de montão pra daqui a pouco. Enquanto isso frequentem o primeiro Site (putz, esqueci de consertar o bug!) produzido e estrelado por mim e, é claro, minha sócia Fabi.

Escrito por Murilett às 01h12
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Caras, cansei.
Vou tirar este fim de semana para pensar um pouco e ver se melhoro meu juízo.
A coisa tá braba.

Escrito por Murilett às 22h16
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País desconhecido, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, Esperanto, Tabacaria, Bebidas e vinhos, rinite alérgica



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