Saving the cheerleader!

Sem dúvidas um dos álbuns mais legais de 2008 e para o qual não dava nada é o saturdays=youth do M83. Somente depois de meses ouvindo falar dele, tomei coragem para ouvi-lo atentamente. Amor à primeira vista. De início foi Graveyard Girl, logo em seguida Kim&Jessie e finalmente Couleurs. Apaixonei-me por sua sonoridade oitentista, afinal essa década serviu de inspiração e como o vocalista mesmo disse: “queria fazer músicas que me lembrassem da época em que era ainda um adolescente”, por isso o título. E os clipes parecem ser tirados diretamente da sessão da tarde num momento sixteen candles ou pretty in pink, olhe só esse:



Mudando de assunto, quem está acompanhando a novíssima temporada de Heroes? Cara, até agora estou na dúvida se acho uma grande bosta e chance desperdiçada de fazer uma ótima série de heróis ou uma ótima série de heróis. Mais efeitos, mais reviravoltas, mais sexo, mais Hiro gritando coisas em japonês ou, em geral, mais de tudo. Será que mais é melhor ou, como diria o senhor Mies van der Rohe, menos é mais? Dúvidas são o que tenho até agora, minha única certeza é que meu plano de internet vai estourar fácil neste mês.

Escrito por Murilett às 22h09
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La sereníssima ou Rondo Veneziano já figura há tempos no playlist do meu aparelhinho musical portátil. Para quem não conhece, Rondo Veneziano é uma música de Vivaldi mixada junto a uma batida house, melhor, Ítalo Disco. Em uma palavra: tudo. Está lá entre meus vídeos favoritos do Orkut, só ver. A que ouço na verdade é um remix dos Bloody Beetroots, italianos também, que a deixou com um peso incrível, é ouvir e sair arrasando no dancefloor!

Deixo uma outra dica musical –olha, não é que este blog está tomando uma direção. De primeiro não dei muito valor, dessas coisas que acontecem em que na primeira vez é apenas medíocre, da segunda não é muito melhor, mas na quarta ou quinta vez que se ouve o álbum ele é tudo que eu quero ser 2008! Os artistas são suecos, opa, costume, dinamarqueses, Spleen United é o nome, Neanderthal o álbum em questão. Recomendo ouvir Suburbia (clip abaixo), dar uns dias, voltar, ouvir 66, fumar um cigarro, ouvir my jungle heart e sair por aí curtindo a vida adoidado –lembrei, o filme ta passando na TV agora!



Escrito por Murilett às 22h24
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Saindo pela tangente...

Falaria sobre as novas rádios paulistas, contudo outros já disseram exatamente a mesma coisa. Faço somente um adendo; que rádio tocaria um remix de Sweaty do Muscles senão a OiFM. Adoro essa música e toda vez que a ouço, cabendo aqui compartilhar uma de minhas peculiaridades, debaixo do chuveiro não tem como não fazer uma dancinha esdrúxula. Porque adoro ouvir rádio enquanto tomo banho e somente enquanto tomo banho... vai entender.

Pois se o assunto se esgotou, volto-me a outro. Tantos. Bem, existem os polêmicos, que prefiro manter em suspenso até que exploda a necessidade de divulgá-los; os corriqueiros, que, convenhamos, são muito melhores se ouvidos numa roda de amigos; os inúteis, para tapar um buraco na programação; o seguinte, que exponho sem dor na consciência.

No percurso de minhas aventuras empregatícias, em meio a dinâmicas de grupo, entrevistas de horas e entrevistas de cinco minutos, pude começar a traçar um panorama do que é arquitetura muito diferente daquele que tinha quando era dono de meu nariz e mandava e desmandava em peões e fornecedores. Lembro-me de um amigo que apresentou um trabalho de conclusão de curso sobre o que é arte e chocou-me ao falar que arquitetura não é uma.

Hoje concordo com ele. Não existe arte num decorado, numa casacor, numa vila de casas de alto padrão, num edifício de escritórios, nem mesmo no museu, a não ser que estejamos falando de seu conteúdo. Arquitetura é apenas uma pele a cobrir um esqueleto de aço. Uma forma a cumprir com uma função previamente estudada em pesquisas e levantamentos imobiliários.

Minha profissão seria apenas mais uma, como qualquer outra. Um Frank Gehry apenas um grande arquiteto, nunca um grande artista. Rabiscamos uma folha em busca de um punhado de linhas que possam ser traduzidas num edifício competente, uns são bons, outros, melhores e isso seria tudo. Talvez falte ao arquiteto a liberdade, uns diriam a insanidade, de um verdadeiro artista.

Contudo cabe aqui outra pergunta; a primeira e talvez irresolúvel questão. O que é arte? Outro grande amigo disse que arte é tudo aquilo feito com esmero, dedicação e perfeição. Uma camisa bem passada por esta visão seria arte. Ainda outro acredita que arte é aquilo que não tem uma finalidade específica. Afinal para que serve uma escultura a não ser para ser bela (ou não)? Enfim, creio que tudo dependa de seu ponto de vista e se para você videogame é arte, porque não seria?

Escrito por Murilett às 16h46
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Então, né...

Em quantos dedos conto os dias em que não postei por aqui? Uns cem, talvez mais. Vontade não falta, sobra. Assuntos, idem. Tempo, bem, todos sabem que sim. Então porque não posto mais? Existe algum motivo real para que não existam atualizações diárias desse blog? Não. É minha inerente preguiça, paradoxal preguiça de apertar botões, visto que, tendo como base minha rotina, preguiça fosse palavra inadequada. Trata-se, pois, não de uma preguiça física, mas de uma intelectual. A preguiça de ordenar palavras, formar sentenças, parágrafos, expor idéias. Comunico-as verbalmente, esta forma escrita, um dia tão eloqüente, deixei-a em segundo plano. Tempo, reitero, tenho para voltar a tomar gosto pela escrita. (Re) Começo.

Madonna! Claro que eu precisava tocar nesse assunto delicado. Alguém dentre o vazio enorme que se propaga a minha frente comprou ingressos para os shows? Provavelmente não. Então porque falo dela? Precisava ser polêmico e nada o é mais que a überdiva pop. Logo, parto para outro assunto.

Música - assim não fico tão distante do chamariz inicial. Ouvem o quê meus inexistentes leitores? Tenho sido abordado por uma avalanche de bandas novas toda semana e sabem muito bem que destas uma a cada bimestre, e estou sendo bem condescendente, vale mais que uma primeira ouvida. Dentre as do bimestre julho/agosto a que mais se destacou em meu iPod imaginário foi a dupla brasileira de DJs The Twelves. Remixes deluxe, ótimos sets e mixtapes, promessa de bom cd para 2009. Mas se tenho que citar uma banda de verdade, falo logo de duas. Late of the Píer e Metronomy.

Espaço reservado para resenha inexistente (não contem comigo, sou péssimo nessas coisas, deixo o Lucio, o Ribeiro falar por mim). Tens uns clipes logo aí em baixo, divirtam-se!







Temos para ontem vários festivais de música decentes. Em qual irei, ó dúvida? Sim, porque já que o Radiohead só estará por aqui ano que vem, fato confirmado por escrito, tenho que aproveitar e me jogar num desses daí, afinal, faz anos que não vou a um show. Skolbeats? Será? Justice pour tous? Do the D.A.N.C.E.! É o ultimo show deles em sua turnê avassaladora e depois de ouvir o álbum de estréia até a exaustão, andar pela rua cantando suas músicas (mesmo aquelas sem letra alguma) e fazer um fechamento nas costas com seu símbolo (ok, menos), acho que é mais do que justo dar um oi pro Xavier e pro Gaspard lá na arena do Anhembi. Alguém se habilita?


Escrito por Murilett às 23h05
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País desconhecido, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, Esperanto, Tabacaria, Bebidas e vinhos, rinite alérgica



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